quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Nosso universo pode ser engolido por realidade alternativa a qualquer hora



Esqueça os asteroides e a profecia maia: se você quer saber como pode ser o fim do mundo, preste atenção neste estudo. Conforme relatórios divulgados pela NBC, cientistas acreditam que informações no bóson de Higgs podem indicar não só a origem da vida, mas também mostrar como o universo em que habitamos encontrará o seu fim.
Em uma reunião da Associação Americana de Ciência Avançada, que aconteceu esta semana em Boston, o físico Joseph Lykken declarou que a massa da partícula de Higgs, juntamente com informações existentes em outras partículas subatômicas, sugere que o nosso universo se mantém de forma instável e que ele pode ser engolido por um universo alternativo.
“Se você usar todos os conhecimentos de Física que temos, por meio de cálculos simples podemos concluir que essa é uma má notícia”, disse Lykken. “Em algum ponto, bilhões de anos a partir de agora, tudo será eliminado”.
A boa notícia é que uma catástrofe destas proporções deve acontecer na velocidade da luz, algo que impediria qualquer ser vivo de perceber o ocorrido. E, embora a teoria sugira que isso pode ocorrer a qualquer momento, pesquisadores afirmam que a humanidade está segura por muito tempo ainda.
Em entrevista ao NPR, Joseph Lykken afirmou que a catástrofe funciona em forma de bolhas, com uma “flutuação quântica improvável”, algo que pode acontecer em um horário e lugar aleatório. “Em princípio, isso poderia acontecer amanhã, mas, em seguida, provavelmente isso seguiria para alguma galáxia distante. Por isso, ainda estamos seguros por bilhões de anos antes que isso chegue até nós”.

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